Paulo Coelho
O Zahir
«E no final das contas, como diz um sábio persa, o amor é uma doença da qual ninguém quer livrar-se. Quem foi atacado por ela não procura restabelecer-se, e quem sofre não deseja ser curado.» O último livro de Paulo Coelho revela mais uma das suas magnifícas produções literárias onde as personagens, tal como o leitor, caminham pela estrada da introspecção e reflexão, dedicando algum tempo a pensamentos que geralmente não damos muita importância.
Paulo Coelho é, para min, um escritor de referência. Em todos os seus livros encontrei uma pequena lição, um chamar de atenção para determinados aspectos, valores e sentimentos preciosos para um dia a dia saudável e equilibrado.
Para muitos a sua escrita poderá não ser a mais interessante por isto mesmo, pelas várias referências à espiritualidade e religião, o que respeito. Contudo sei também que muitos partilham da minha opinião e que cada livro seu é esperado e lido com dedicação.
Em Zahir, a procura da mulher amada, tanto física como espiritualmente, desperta na personagem, um escritor que muito faz lembrar o próprio Paulo Coelho, conflitos pessoais, vontade de esquecer uma companhia pela sua opção, pelo seu desaparecimento. Procura outras relações, outros círculos de pessoas. Aprende, a esperar e a respeitar. Descobre o verdadeiro significado do sentimento pela pessoa que tanto procura. Conseguirá voltar a encontrá-la? Terá que ler para descobrir! Eu já descobri...

"Inglaterra, século XIV: uma época de peste, de desassossego social e político e das primeiras manifestações reformistas. Finn é um mestre iluminador que trabalha publicamente para a Igreja e secretamente para John Wycliffe, que defende a necessidade de A Bíblia ser traduzida para língua inglesa. Mas o iluminador tem outro segredo que há-de vir a pôr a sua vida em perigo quando encontra Lady Kathryn, uma bela viúva. Romance de amor, religião, arte e traição, O Iluminador é a primeira obra de uma nova e brilhante narradora, Brenda Rickman Vantrease. "
